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Mozarteum Brasileiro – VESSELINA KASAROVA em São Paulo

Mozarteum Brasileiro – VESSELINA KASAROVA em São Paulo

Vesselina Kasarova em Sao Paulo

Comunicado:

Prezados senhores,

É com entusiasmo que informamos a vinda da da mezzo-soprano VESSELINA KAZAROVA para duas grandes apresentações na Sala São Paulo, juntamente com a Camerata Bern e seu diretor e violinista Florian Dondorer, nos dias 2 e 3 de abril, 2013. Ao mesmo tempo em que o convidamos para prestigiar este grande evento na Temporada de Concertos do Mozarteum Brasileiro, gostaríamos de solicitar seu apoio na divulgação para essa comunidade distinta. Estamos disponibilizando informações com press releases e email marketing e estamos a sua disposição para demais informações.

Caso tenham algum veículo direcionado a comunidade com o qual possamos contar, por favor informe os contatos.

Agradecemos antecipadamente sua atenção e aguardamos retorno.

Contamos com sua presença.

Atenciosamente,

Miriam Amado

Comunicação e Marketing
Mozarteum Brasileiro

Tel: + 55 11 3815.6377
Fax: + 55 11 3813.7497
www.mozarteum.org.br

Sobre Vesselina Kazarova:

Vesselina Kasarova – A mezzo-soprano búlgara Vesselina Kasarova, considerada uma das divas de sua geração, é aclamada por sua excelência técnica. Kasarova entrou no mundo da música aos quatro anos, quando começou a estudar piano. Acompanhando recitais, foi atraída pelo canto, arte que passou a estudar após se formar pianista, em 1987. Com orientação da mestra Ressa Koleva, do Conservatório de Sofia, focou-se nos trabalhos de Mozart e Rossini. A artista fez sua estreia profissional com a orquestra da Ópera de Zurique em 1989, na obra Crepúsculo dos Deuses de Wagner. Apresentou várias outras atuações brilhantes até seguir para o Festival de Salzburgo, em 1991, onde cantou em dois concertos em comemoração ao aniversário de 200 anos da morte de Mozart, e atuou como Annio na apresentação de A Clemencia de Tito sob a batuta de Sir Colin Davis. No mesmo ano, passou a fazer parte da Ópera de Viena, onde cumpriu contrato de dois anos, apresentando-se em obras como o Barbeiro de Sevilha. Sua carreira Internacional decolou a partir de sua apresentação como Tancredi, na ópera de mesmo nome, no festival de Sazlburgo, em 1992, quando, de última hora ela precisou substituir Marylin Horne, escalada originalmente para o papel.

Em 2003, Kasarova colaborou com o compositor búlgaro Krassimir Kyurkchiyski na produção do CD ‘Bulgarian Soul’. Ela canta com Cosmic Voices da Bulgária e com a Soloists Orchestra de Sofia nesta compilação de músicas populares búlgaras. “Muitas pessoas não conhecem meu país natal. Eu gostaria que elas descobrissem a alma búlgara,” disse a cantora. Aos 47 anos, Kasarova é constantemente disputada para participações em festivais e trabalha um repertório diverso. Já ganhou vários prêmios incluindo o de Cantora do Ano do German Echo Award (2003). Também já lançou álbuns com o seu trabalho e publicou, em 2012, o livro “Eu canto com coração e alma”, escrito em parceria com a crítica de música Mariane Zelger-Vogt.

Minha Receita de Hoje: Charutos de repolho com champignon e alho poro

Para os vegetarianos:

Charutos de repolho com champignon e alho poro

Ingredientes:

1 cabeça de repolho
300gramas de cogumelos tipo champignon
1 copo de arroz
3 talos de alho poro
1 cenoura
3 ou 4 dentes de alho graúdos
Salsinha a gosto
Pimenta a gosto
Sal a gosto
50 ml de óleo de soja
1 copo de vinho branco seco.
1 litro de caldo de legumes.

Preparação:

Retirar as folhas inteiras do repolho e colocá-las em água fervente, brevemente, para amolecer as folhas ao fim de enrolá-las como charutos mais tarde.

Cortar finamente as partes brancas do alho poro e reservar.

Fazer o mesmo com os cogumelos de preferência frescos.

Ralar a cenoura e reservar.

Triturar os dentes de alho e a salsinha, reservar.

Em uma panela colocada no fogo baixo, versar todo óleo e refogar o alho poro, com o alho triturado, os cogumelos champignon e a cenoura ralada, acrescentar o arroz lavado e misturar.

Mexer a mistura ao fim de evitar que grude no fundo da panela, lembrando-se de apagar o calor com banhos de vinho, depois de fazer evaporar o álcool do vinho, acrescentar 2 copos de água de caldo de legumes brevemente aquecido e levar a mistura a meio cozimento, somando sal e pimenta do reino a gosto.

Retire do fogo a mistura e prepare-se para confeccionar os charutos com as folhas do repolho previamente cozidas.

Abra a folha do repolho e com uma colher deposite um pouco da mistura.

Enrolar dobrando os lados da folha para abraçar a mistura confeccionando um charuto, executar com todas as folhas até terminar toda mistura.

Pousar os charutos confeccionados numa forma se quiser continuar no forno ou numa panela se desejar continuar no fogo do fogão.

Cobrir os charutos com o restante do caldo de verduras para continuar o cozimento por cerca de 15 a 20 minutos no fogo baixo.

Importante: ao pousar os charutos seja na forma, que na panela, busquemos que estes estejam bem juntos ao fim de evitar que se abram durante o cozimento final.

Variação ou opção do prato: ao invés de cobrir os charutos com caldo vegetal, podemos cobri-los com molho de tomate ou molho branco ralo, para terminar seu cozimento.

Para servir:

Ao depositar os charutos no prato de portada pulverizar a salsinha fresca a gosto para decorar.

Nota: podemos usar as folhas da acelga no lugar das folhas do repolho.

 

 

Sou Borianka e nasci na Bulgária, precisamente na cidade de Sofia, mas hoje moro no Brasil, na cidade de Itapecerica da Serra no Estado de São Paulo e a minha profissão é cozinheira, trabalho que iniciei na minha juventude em 1984 no Hotel Sheraton de Sofia.

Apresentação – Borianka Stamenova

Olá, bem vindos! Sou Borianka e nasci na Bulgária, precisamente na cidade de Sofia, mas hoje moro no Brasil, na cidade de Itapecerica da Serra no Estado de São Paulo e a minha profissão é cozinheira, trabalho que iniciei na minha juventude em 1984 no Hotel Sheraton de Sofia.

No Hotel Sheraton, local que reconheço como minha primeira casa, tive importantes oportunidades de trabalho como representar a gastronomia típica do meu país, a Búlgara minha madre terra, em um festival gastronômico internacional realizado na cidade de Copenhagen, a capital da Dinamarca. A partir daquele momento tudo ficou claro pra mim, mesmo muito jovem sabia que queria conhecer o mundo e a sua gastronomia, para um dia abrir um restaurante com o meu jeito de ser, por isso fui para um dos países mais queridos do mundo, a Itália. Na cidade de Milão tive a bela chance de estudar a cozinha italiana, conhecendo de perto a gastronomia Lombarda e Piemontesa em geral, e por alguns anos trabalhei no Hotel Hilton e Auriga, de Milão, para depois me aprimorar atuando no catering de avião elaborando os pratos quentes e frios para as companhias Lauda Air, Emirates, British Airways, pela Do & Co Catering de Aviação Internacional de Milão.

Enfim o tempo passou e eu quis encontrar novos desafios numa terra mais multi étnica, aonde os povos do mundo inteiro se encontravam e viviam mais em harmonia, essa terra nos meus sonhos sempre foi o Brasil, por isso desde 2004 estou aqui, aprendo uma gastronomia rica das mais belas influencias dos povos que aqui vieram e encontram moradia, formaram suas famílias assim como eu também fiz, por isso mesmo tudo é mais alegria, mesmo que a saudades as vezes aperte o peito.

Mas viver ativamente cada experiência é o que sempre fiz e hoje não é diferente. Aqui no Brasil já trabalhei no L’hotel porto Bay da Alameda Campinas, no coração da cidade de São Paulo e no Saladerie Gourmet no Itaim Bibi, meu atual lugar de trabalho. Por isso o que faz a diferença agora é perceber que posso fazer mais, recuperando e organizando as receitas que aprendi nos lugares onde estive, alem de contribuir para selar na alma de quem como eu gosto dos sabores da memória, reelaborando os quitutes, e os principais pratos das culturas do leste europeu.

É a minha forma de viver e formar raízes no novo mundo, sem esquecer-se dos costumes e das tradições que me levaram pelo mundo como cozinheira e me elevaram como pessoa por saber que com a comida de casa se pode ser e dar muito e muita felicidade para as pessoas!

Atenciosamente,

Borianka Dimitrova Stamenova, a mais nova colunista do site http://bulgarosnobrasil.org

The Balkans International Wine Competition

THE BALKANS INTERNATIONAL WINE COMPETITION is a first of its kind. It celebrates the millennial wine-making tradition of the Balkan Peninsula as expressed in its modern Balkan wines – daily savored and loved by locals and more and more preferred by the wine lovers worldwide. Dedicated exclusively to regional wines, this annual competition – to take place at the heart of the Balkans, in Sofia, Bulgaria – aspires to draw the attention of the global wine community to the unique range of flavors that this interesting region has to offer. The competition is open to wine producers from all Balkan countries. The Balkan wine festival that will follow the competition is open to the all wine-loving public.

Why the Balkans?

  • The BALKANS can be proud of the most ancient wine history in the world
  • The BALKANS local grape varieties are at least as rich as rich is the spirit of the people in the region
  • With nearly 1.8 million tons wine production per year, the BALKANS ranks 5th in the world, right after the largest wine producing countries Italy, France, Spain and USA
  • For the last decade the BALKANS made ​​enormous progress in the quality of its wines and can state its claims as a key player on the world wine map

Why participate?

  • THE BALKANS INTERNATIONAL WINE COMPETITION is a venue for world wine experts, Masters of Wine, wine merchants, and wine journalists and bloggers from the United States, the United Kingdom, Russia, India, the Scandinavian countries, Germany, Belgium, and the Netherlands, among others.
  • THE BALKANS INTERNATIONAL WINE COMPETITION will host representatives of the global wine connoisseur elite. Some of the world’s most qualified and demanding palates will taste and judge the best wines of the Balkans, and discover their unique character, richness, and regional complexity.
  • THE BALKANS INTERNATIONAL WINE COMPETITION is a first step in what – we are certain – will become a successful campaign to promote Balkan wines, to help them find their way to the tables of the world’s wine-loving community and earn their due share of the global wine market.
  • Great media coverage – TV, radio, newspapers, magazines, web, social networks from Bulgaria, the Balkans region and globally will cover THE BALKANS INTERNATIONAL WINE COMPETITION

Dates: 14-17 June 2012, Sofia, Bulgaria, Grand Hotel Sofia

More info: http://www.balkanswine.eu


Lili Ivanova – the Prima of the Bulgarian Pop Music

Lili Ivanova was born in the town of Kubrat. She finished a medical professional school in Varna. Later she worked as a nurse in her hometown.

In 1961 she was approved to audition before the music agency of that time, called Konzertna Direktsia (Concert Directorate) in Sofia, that organised her first foreign tour abroad, in Rumania, together with other eminent Bulgarian pop-singers Emil Dimitrov, Irina Chmihova and Maria Koseva.

In 1963, she took part in shows at Ambassador Hotel and the Constantin Tanase Music Hall Theatre in Bucharest. Her brilliant performance was broadcast live four times on the nationaltelevision of Rumania.

Lili Ivanova issued her first album after a proposal of the Romanian company Electrecord in 1963 and this album was the first ever LP of a Bulgarian performer.

Her first song Vitosha is with lyrics and music by Mihail Manolov. Then came Adagio, music by Angel Zaberski, arranged by Ivan Peev and Subota vecher (Saturday Night) – lyrics by Dimitur Vassilev and music by Yosiff Tsankov – the greatest Bulgarian popular music composer. It became the first big hit of the pop star.

Lili Ivanova’s first concert was held in 1964 at the Universiada Hall together with Jane Swert and the North Tigers rock group.

Her next album is entitled More na Mladostta (Sea of Youth). It was published by Balkanton in 1976.

Lili Ivanova’s third album was issued in Moscow. [Payot Lili Ivanova (Singing Is Lili Ivanova), Melodia, 1968].

The album Camino was issued by Balkanton in 1968. The song of the same name sang by Lili Ivanova, arranged by Ivan Peev, has a long story, going back to the beginning of her carrier. In 2005, Lili Ivanova’s Camino was ranked  40th in a Sony Ericsson compilation of its everlasting world hits.

Lili Ivanova’s success commenced in 1966 and in the next decade it became phenomenal as she received many prestigious awards and performed some of the best Bulgarian songs, currently known as the Golden Bulgarian songs.

In 1966, Lili became a holder of her first award, the Golden Key, in Bratislava. The award was followed by further ten: First Prize of the festival in Warsaw (1967), Best Performer at the festival in Barcelona (1968), Golden Record awarded by MIDEM in Cannes, France (1969), for best LP selling in her country, Golden Record at Olimpiada de Musica Pop in Athens (1970), Third Prize at the Rio de Janeiro festival (1970), Third Prize for Panairi (Fairgrounds) in Tokio (1973). In 1996, Lili Ivanova was given the Golden Orpheus Lifetime Achievement Award. In 1997, the World Women’s Association nominated her as one of the most famous women of 20th century. In 1998, Lili received the highest award of Sv. Nikolai Chudotvorets (St Nicholas the Miracle Worker) Foundation for contributing to goodness in the world. In 1999, President Peter Stoyanov awarded Lili Ivanova with the Golden Range order for contribution to the Bulgarian pop music. In her career, Lili Ivanova has performed live at more than 10 000 concerts both in Bulgaria and abroad.

Today Lili Ivanova is deservedly known as the Prima of the Bulgarian Pop Music.

Conheça a Bulgária: a segunda pátria de Dilma Roussef

Com cidades permeadas de história e cenários naturais belíssimos, o país se destaca como destino de aventura

A 200 quilômetros de Sófia, ao pé dos Bálcãs, está Grabovo, no coração geográfico da Bulgária. Neste vilarejo de poucos habitantes nasceu, em 1900, Petar Stefanov Rusev que, ainda criança, migrou para o Brasil.

Conhecido aqui como Pedro Roussef, tornou-se o pai de Dilma Roussef, recém-eleita presidente do Brasil. A antiga casa da família foi demolida na década de 1940, e, no lugar, a prefeitura construiu um estacionamento. O museu dessa cidade tem uma única foto de como era a casa da família Roussef, um sobrado de três andares.

É claro que a Bulgária tem muito mais encantos do que a fotografia em um museu recordando as origens da nova presidente do Brasil. Junto com uma variedade de monumentos históricos que vai do período medieval passando pela arquitetura soviética, o país conta também com uma natureza privilegiada, perfeita para esportes de aventura, como escalada, espeleologia, trilhas e pedaladas pelas montanhas.

Sófia é uma das capitais mais antigas da Europa, com origens nos assentamentos dos trácios, no século VIII a. C. Hoje, a cidade com mais de 1,4 milhão de habitantes transpira história em meio a uma bela arquitetura combinada a muito verde, vida noturna e compras.

A principal área de compras é o Boulevard Vitosha, no qual é possível encontrar produtos locais, roupas, sapatos, artesanato e vinhos. A vida noturna passa por bares e restaurantes que exaltam a cultura local com música, principalmente a chalga, um mash-up de música cigana com batidas tecno e dance.

FESTIVAL DE ROSAS

A Bulgária é um país cheio de tradições rurais, com atrações como o Vale das Rosas, onde a flor é cultivada há séculos. Entre maio e o começo de junho, as plantações entram em florada e diversas cidades da região celebram o Festival das Rosas. Festividades folclóricas com música, dança e comidas típicas são parte importante da cultura local e há dezenas deles acontecendo pelo país ao longo do ano. Os dois mais importantes acontecem em agosto: o Koprivshtitsa, próximo a Sófia, e o Pirin Sings, na cidade de Predel.

AVENTURA

As montanhas da Bulgária favorecem os esportes de aventura. As paisagens espetaculares dos canyons e cavernas de mármore em Trigrad Gorge, nas montanhas Ródope, são perfeitas para escalada e espeleologia. Ali, contrastando com as paredes de pedra de cerca de 250 metros de altura, há a Garganta do Diabo, desfiladeiro a partir de onde foi construído um túnel que dá acesso a cavernas com cachoeiras subterrâneas. São cerca de 150 cavernas na região, muitas delas perfeitas para escalada e frequentemente recobertas de vestígios arqueológicos pré-históricos.

Os fãs de vida natural devem também incluir no roteiro os parques nacionais da Bulgária, com as florestas de pinheiros de Bailusheva e rochedos de limestone do Parque Nacional de Pirin. Junto com montanhismo, a escalada também pode ser praticada nas regiões de Vratsa, Veliko Tarnovo, Trojan, Maliovitza e Roussenski Lom. Os parques nacionais, por si só, valem a visita. No Parque Nacional de Rila, vale visitar os sete lagos e o monastério local, uma das principais atrações da cidade.

Ainda nas montanhas Ródope, há vários roteiros de pedal, muitos bastante puxados e emocionantes, com altimetria que chega a até 1600 metros de altitude. De dezembro a maio, as montanhas abrigam resorts de ski. Quaint Bansko é uma das regiões que passou recentemente a investir em infra-estrutura para esquiadores, localizada na cidade histórica ao pé das montanhas Pirin. Em Pamporovo, nas montanhas Ródope, e nas montanhas Rila, também há resorts para a temporada de ski.

No verão, a Bulgária é privilegiada por ser um dos poucos países dos Bálcãs com acesso ao litoral, pelo Mar Negro. Em Varna, a areia é branquinha e o mar calmo. A cidade abriga o Museu Arqueológico de Varna e os monumentos históricos ao ar livre são uma atração à parte, com ruínas trácias, romanas, medievais e renascentistas. Entre eles, há termas romanas e a maior igreja do país, a Igreja da Assunção. Também não faltam em Varna butiques e joalherias, na tradição de ourivesaria búlgara.

A Praia do Sol tem o maior complexo litorâneo do país, o Sunny Beach. A alta estação é entre maio e setembro, e, curiosamente, o resort começou suas atividades durante o regime comunista, em 1958, recebendo turistas atraídos pelas águas termais. Recentemente, a região passou por um boom hoteleiro e mobiliário que trouxe vida à região, com bares, restaurantes e boa infraestrutura.

Zlatni Piasatsi, que significa areias douradas em búlgaro, é outro destino quente no litoral, com facilidade de acesso a partir de Varna. A cidade não tem nomes nas ruas e as pessoas se orientam pelos nomes dos hotéis.

Fonte: http://turismo.ig.com.br

Comissão eleitoral confirma segundo turno na Bulgária

Candidato conservador do partido governista foi o mais votado

O candidato do partido governista conservador Rossen Plevneliev foi o mais votado (39,6%) no primeiro turno da eleição presidencial de domingo (23) na Bulgária, com 10 pontos a mais que o socialista Ivailo Kalfin, anunciou a Comissão Eleitoral após a apuração de 40% das urnas.

Ivailo Kalfin recebeu 29,7% dos votos e a ex-comissária europeia Meglena Kuneva, candidata independente, 14%, informou o porta-voz da Comissão Eleitoral, Bisser Troianov.

Rossen Plevneliev e Ivailo Kalfin disputarão o segundo turno no próximo domingo.

Nas eleições municipais, o partido de centro-direita GERB do primeiro-ministro Boiko Borissov conservou a prefeitura de Sofia e outras três cidades: Burgas (leste), Gabrovo (centro) e Dobrich (nordeste).

Fonte: http://noticias.r7.com