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Bulgarians in South America

From Wikipedia:

Bulgarians (Spanish and Portuguese: búlgaros) have been settling in South America (Bulgarian: Южна Америка, Yuzhna Amerika) as economic emigrants since the late 19th century. Their presence has been documented in Uruguay since 1905, in Argentina since 1906 and in Brazil since the early 20th century.

The Bulgarian diaspora in South America is strongest in Argentina, where 40,000 people of Bulgarian descent are thought to live, the diaspora itself assessing its size to be at least 80,000. However, according to official data, only around 3,000 people have declared Bulgarian nationality in Argentina. Bulgarians mainly live in Buenos Aires, Berisso, Mar del Plata, Presidencia Roque Sáenz Peña, Las Breñas and Comodoro Rivadavia. The most significant wave of emigration was in the 1920s, following World War I, when over 20,000 Bulgarians (mostly from northern Bulgaria: around Veliko Tarnovo, Lovech, Pleven, Vratsa and Targovishte) settled in Argentina. Some of them formed a compact community in the agricultural Chaco Province, introducing the first tractor to Chaco.

According to estimates, 1,800–5,000 Bulgarians live in Brazil, chiefly in Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre and Belo Horizonte, including many Bessarabian Bulgarians and some Bulgarian Jews and Bulgarian Armenians. The most famous Brazilian of Bulgarian origin is President Dilma Rousseff from the Workers’ Party. Her father Pétar was born in Gabrovo and, as an active member of the Bulgarian Communist Party in the 1920s, had to flee from Bulgaria in 1929 due to political persecution. Rousseff’s wide margin over her rivals sparked a “Dilma fever” in Bulgaria.[1] Although she does not speak Bulgarian and has never been to Bulgaria, she said in an interview that she does feel like a Bulgarian to a certain extent.[2]

A notable Bulgarian diaspora also exists in Uruguay, numbering around 2,000. Most Bulgarians in this country live in Montevideo, with some in Fray Bentos, Punta del Este, Maldonado, Durazno and Rocha. In the late 1920s, there were around 4,000 Bulgarians in Uruguay.

A smaller number of Bulgarians have also settled in Chile (today around 150, mostly in Santiago), Venezuela (today around 130), Peru, Paraguay, Colombia. Out of South America, there are also figures for Mexico (today around 250–300, mostly in Mexico City), and Cuba (today around 200, mostly in Havana).

“Devemos construir um mundo para além das diferenças étnicas e de língua”, diz Dilma Rousseff em Gabrovo

A presidenta Dilma Rousseff encerrou sua passagem pela Bulgária com uma visita à cidade de Gabrovo, de onde, há 80 anos, seu pai migrou para o Brasil. A comunidade recebeu Dilma Rousseff com carinho, num encontro marcado por aplausos, abraços e autógrafos. Por onde passou, a presença da presidenta foi celebrada. Na escola Vasil Aprilov, em que Pedro Rousseff, seu pai, estudou, a presidenta fez um discurso emocionado. Disse que realizava ali o sonho de seu pai de retornar à Bulgária e defendeu a tolerância entre os povos.

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Comissão eleitoral confirma segundo turno na Bulgária

Candidato conservador do partido governista foi o mais votado

O candidato do partido governista conservador Rossen Plevneliev foi o mais votado (39,6%) no primeiro turno da eleição presidencial de domingo (23) na Bulgária, com 10 pontos a mais que o socialista Ivailo Kalfin, anunciou a Comissão Eleitoral após a apuração de 40% das urnas.

Ivailo Kalfin recebeu 29,7% dos votos e a ex-comissária europeia Meglena Kuneva, candidata independente, 14%, informou o porta-voz da Comissão Eleitoral, Bisser Troianov.

Rossen Plevneliev e Ivailo Kalfin disputarão o segundo turno no próximo domingo.

Nas eleições municipais, o partido de centro-direita GERB do primeiro-ministro Boiko Borissov conservou a prefeitura de Sofia e outras três cidades: Burgas (leste), Gabrovo (centro) e Dobrich (nordeste).

Fonte: http://noticias.r7.com

Na Bulgária, Dilma faz visita emocionante e encontra origens

Por Stoyan Nenov

GABROVO, Bulgária (Reuters) – A presidente Dilma Rousseff fez uma viagem emocionante ao local de nascimento de seu falecido pai na Bulgária na quinta-feira, encerrando a primeira visita à terra natal de seu ancestral que deverá impulsionar o comércio entre os dois países.

No segundo dia de sua visita, Dilma viajou para Veliko Tarnovo e visitou o vilarejo vizinho de Gabrovo, a leste da capital Sófia, para encontrar parentes distantes e ver as atrações turísticas.

“Estou animado. Eu a aceito como uma búlgara”, disse Stefan Veselinov de Gabrovo, que esperava para ver Dilma chegar à escola onde o pai da presidente estudou.

O pai da presidente, Petar Rusev, deixou a Bulgária no final dos anos 1920 e foi para França e Argentina antes de se estabelecer no Brasil, onde mudou seu nome para Pedro Rousseff e criou uma família.

Visivelmente emocionada com a atenção do povo que gritava seu nome, Dilma apertou as mãos e jogou beijos para a multidão de 600 pessoas que a esperava na mais antiga escola do país.

O interesse da Bulgária em Dilma vem crescendo desde o início da disputa presidencial no Brasil e a vitória dela na eleição do ano passado.

Sua chegada no aeroporto foi transmitida ao vivo pela televisão e fotos das reuniões com o seu homólogo búlgaro, Georgi Parvanov, e o primeiro-ministro, Boiko Borisov, estamparam as primeiras páginas de quase todos os jornais locais nesta quinta-feira.

“Desde que cheguei aqui (na Bulgária) recebi muitas manifestações de afeto de seus governantes e de seu povo, ao qual me sinto profundamente ligada por laços de sangue e pela memória de meu pai”, disse Dilma em entrevista coletiva com Parvanov.

Ela se comprometeu a fazer esforços para aumentar os investimentos brasileiros na Bulgária em energia e projetos de tecnologia da informação e estimular o crescimento do comércio que sofreu com a crise econômica global.