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Brasil promulga acordo de isenção de vistos com a União Europeia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 05 de outubro de 2012, a presidente Dilma Rousseff decretou a promulgação do acordo entre Brasil e União Europeia para isenção recíproca de vistos para viagens de negócios e turismo de curta duração (até 3 meses). O acordo prevê que os cidadãos da União Europeia e os nacionais do Brasil, portadores de passaporte comum válido, estão autorizados a entrar, transitar e permanecer sem visto no território da outra parte, exclusivamente para efeitos de turismo ou negócios, por um período máximo de estada de três meses no decurso de um período de seis meses. Os quatro novos membros do bloco europeu agora fazem parte do acordo. São eles Letônia, Malta, Chipre e Estônia. Dos 27 países que integram a União europeia, apenas Irlanda e Reino Unido ficaram de fora.

Qualificação vai facilitar permanência de estrangeiro no Brasil

 

O governo federal quer facilitar o acesso de trabalhadores estrangeiros qualificados ao Brasil. Profissionais de setores estratégicos, como engenheiros da área petroquímica e técnicos de inovação tecnológica, terão sua entrada desburocratizada, com menor exigência de documentos e estímulos para permanência prolongada no País.

Uma força-tarefa envolvendo quatro ministérios foi montada em Brasília, coordenada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), para trabalhar na formulação de uma nova política migratória. O Estatuto do Estrangeiro é considerado anacrônico pelo governo. Ele está em vigor desde 1981.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que as medidas em estudo vão integrar um programa que já tem nome: “Brasil de Braços Abertos”. O objetivo da presidente Dilma Rousseff é aumentar o número de trabalhadores estrangeiros com qualificação no Brasil, de forma a aumentar a competitividade da economia.

Atualmente, os estrangeiros no mercado de trabalho formal são apenas 0,3% da população brasileira. Em 1900, eram 7,3%, quando o País iniciou uma fase de forte crescimento e industrialização. O prazo médio para emissão de visto para um trabalhador estrangeiro pode levar 8 meses e custar cerca de R$ 15 mil.

Dilma deu a missão de remodelar as regras de imigração de mão de obra para o mesmo técnico que participou da formulação do programa Bolsa Família, o economista Ricardo Paes de Barros, secretário adjunto de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Paes de Barros é o coordenador de um grupo de oito especialistas (demógrafos, antropólogos, economistas e empresários) responsável pela formulação do programa, que deve ser entregue para a Casa Civil em 2013.

“O Brasil precisa ter uma política migratória, como todos os países desenvolvidos têm”, afirmou ao Estado o ministro da SAE, Wellington Moreira Franco. De acordo com ele, há funções cruciais para o País – como as de engenheiros para o setor químico, de petróleo e de gás, e também técnicos especializados em inovação tecnológica – que deveriam ter um tratamento diferente, do ponto de vista de imigração.

Até hoje, os estrangeiros que pedem autorização ao Cnig precisam mandar toda papelada por correio. Mas, no mês que vem, o órgão inaugura a plataforma “Migrante Web Digital”, que vai permitir o envio por meio da internet, extinguindo exigência da entrega de documentos em papel.

O Cnig concedeu apenas 55 mil autorizações de trabalho para estrangeiros entre janeiro e setembro de 2012, sendo 49 mil vistos temporários (estadia de até dois anos) e 6 mil permanentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Bulgarians in South America

From Wikipedia:

Bulgarians (Spanish and Portuguese: búlgaros) have been settling in South America (Bulgarian: Южна Америка, Yuzhna Amerika) as economic emigrants since the late 19th century. Their presence has been documented in Uruguay since 1905, in Argentina since 1906 and in Brazil since the early 20th century.

The Bulgarian diaspora in South America is strongest in Argentina, where 40,000 people of Bulgarian descent are thought to live, the diaspora itself assessing its size to be at least 80,000. However, according to official data, only around 3,000 people have declared Bulgarian nationality in Argentina. Bulgarians mainly live in Buenos Aires, Berisso, Mar del Plata, Presidencia Roque Sáenz Peña, Las Breñas and Comodoro Rivadavia. The most significant wave of emigration was in the 1920s, following World War I, when over 20,000 Bulgarians (mostly from northern Bulgaria: around Veliko Tarnovo, Lovech, Pleven, Vratsa and Targovishte) settled in Argentina. Some of them formed a compact community in the agricultural Chaco Province, introducing the first tractor to Chaco.

According to estimates, 1,800–5,000 Bulgarians live in Brazil, chiefly in Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre and Belo Horizonte, including many Bessarabian Bulgarians and some Bulgarian Jews and Bulgarian Armenians. The most famous Brazilian of Bulgarian origin is President Dilma Rousseff from the Workers’ Party. Her father Pétar was born in Gabrovo and, as an active member of the Bulgarian Communist Party in the 1920s, had to flee from Bulgaria in 1929 due to political persecution. Rousseff’s wide margin over her rivals sparked a “Dilma fever” in Bulgaria.[1] Although she does not speak Bulgarian and has never been to Bulgaria, she said in an interview that she does feel like a Bulgarian to a certain extent.[2]

A notable Bulgarian diaspora also exists in Uruguay, numbering around 2,000. Most Bulgarians in this country live in Montevideo, with some in Fray Bentos, Punta del Este, Maldonado, Durazno and Rocha. In the late 1920s, there were around 4,000 Bulgarians in Uruguay.

A smaller number of Bulgarians have also settled in Chile (today around 150, mostly in Santiago), Venezuela (today around 130), Peru, Paraguay, Colombia. Out of South America, there are also figures for Mexico (today around 250–300, mostly in Mexico City), and Cuba (today around 200, mostly in Havana).

Surpreenda-se com a Bulgária

Bulgária – Terra de antigas civilizações

Uma viagem a esse pequeno e pitoresco pais, para muitos misterioso e desconhecido, que existe na Europa ha mais de 13 seculos!

Com uma população de 7,9 milhões de habitantes e um território de 110.900 km2, e um centro turístico muito procurado pelos europeus por seus monumentos históricos, tesouros, estações de esqui e praias do Mar Negro.

Clique no link abaixo para abrir ou baixar o arquivo em MS PowerPoint.

Surpreenda-se com a Bulgária

 

Em homenagem à presidente Dilma, Mais Você investiga como é o Natal Búlgaro

O país de descendência da presidente Dilma Rousseff é a Bulgária. Pensando nisso, o Mais Você desta quinta, 22 de dezembro, levantou curiosidades sobre como o Natal é comemorado no local.

“A gente cansa de dar receitas e mais receitas de peru, rabanada, fios de ovos, de comidinhas tradicionais do Natal brasileiro. Este ano, além de falarmos de tudo isso, ficamos pensando aqui em cardápios diferentes para o Natal. Foi aí que lembramos que a nossa presidente é de descendência búlgara. O pai dela nasceu lá. Fomos, então, procurar saber se os costumes da Bulgária eram parecidos com os nossos”, destacou Ana Maria Braga.

Em reportagem, o programa mostrou que na Bulgária, o Natal era comemorado no dia 7 de janeiro e o ano novo no dia 14 de janeiro. Isso tudo era por causa do calendário antigo juliano, introduzido na Rússia no final de 1699. O calendário juliano acabou sofrendo sua última modificação em 1582, dando origem ao calendário gregoriano, que é o que a maioria de nós ocidentais conhece e usa.

Com imigrantes do país, Nádia Bochi mostrou que, no Brasil, a maior tradição dos búlgaros é servir 12 pratos durante a ceia. Cada uma das comidas significa um dos meses do ano. A repórter também confirmou que o povo adora uma festa e faz questão de conservar cada um dos costumes locais.

Helena Milinev é descendente de búlgaros e contou que no Natal na Búlgaria, as crianças saiam de casa em casa carregando uma sacolinha. “Elas ganhavam balas, doces, dinheiro. Não tinha Papai Noel.”, explicou.

Mas tanto lá quanto aqui, o mais importante no Natal é reunir a família, como lembra a pequena Helena Dimov “Natal não é só ganhar presentes, é reunir a família”, disse.

“Devemos construir um mundo para além das diferenças étnicas e de língua”, diz Dilma Rousseff em Gabrovo

A presidenta Dilma Rousseff encerrou sua passagem pela Bulgária com uma visita à cidade de Gabrovo, de onde, há 80 anos, seu pai migrou para o Brasil. A comunidade recebeu Dilma Rousseff com carinho, num encontro marcado por aplausos, abraços e autógrafos. Por onde passou, a presença da presidenta foi celebrada. Na escola Vasil Aprilov, em que Pedro Rousseff, seu pai, estudou, a presidenta fez um discurso emocionado. Disse que realizava ali o sonho de seu pai de retornar à Bulgária e defendeu a tolerância entre os povos.

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Na Bulgária, Dilma faz visita emocionante e encontra origens

Por Stoyan Nenov

GABROVO, Bulgária (Reuters) – A presidente Dilma Rousseff fez uma viagem emocionante ao local de nascimento de seu falecido pai na Bulgária na quinta-feira, encerrando a primeira visita à terra natal de seu ancestral que deverá impulsionar o comércio entre os dois países.

No segundo dia de sua visita, Dilma viajou para Veliko Tarnovo e visitou o vilarejo vizinho de Gabrovo, a leste da capital Sófia, para encontrar parentes distantes e ver as atrações turísticas.

“Estou animado. Eu a aceito como uma búlgara”, disse Stefan Veselinov de Gabrovo, que esperava para ver Dilma chegar à escola onde o pai da presidente estudou.

O pai da presidente, Petar Rusev, deixou a Bulgária no final dos anos 1920 e foi para França e Argentina antes de se estabelecer no Brasil, onde mudou seu nome para Pedro Rousseff e criou uma família.

Visivelmente emocionada com a atenção do povo que gritava seu nome, Dilma apertou as mãos e jogou beijos para a multidão de 600 pessoas que a esperava na mais antiga escola do país.

O interesse da Bulgária em Dilma vem crescendo desde o início da disputa presidencial no Brasil e a vitória dela na eleição do ano passado.

Sua chegada no aeroporto foi transmitida ao vivo pela televisão e fotos das reuniões com o seu homólogo búlgaro, Georgi Parvanov, e o primeiro-ministro, Boiko Borisov, estamparam as primeiras páginas de quase todos os jornais locais nesta quinta-feira.

“Desde que cheguei aqui (na Bulgária) recebi muitas manifestações de afeto de seus governantes e de seu povo, ao qual me sinto profundamente ligada por laços de sangue e pela memória de meu pai”, disse Dilma em entrevista coletiva com Parvanov.

Ela se comprometeu a fazer esforços para aumentar os investimentos brasileiros na Bulgária em energia e projetos de tecnologia da informação e estimular o crescimento do comércio que sofreu com a crise econômica global.